"Alegres na esperança, fortes na fé, dedicados no amor e unidos no trabalho"

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Por Augustus Nicodemus Lopes A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e [...]

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O que um Deus bom faz com pessoas como nós? pecadores? Assista:

Este livro é um manual moderno de espiritualidade. O autor argumenta que servir a Deus por obrigação não satisfaz o coração de Deus, e que buscar a alegria em Deus é a maior motivação do cristão. Porque quanto mais satisfeitos estivermos em Deus, mais Deus será glorificado em nós. É um livro revolucionário, uma verdadeira [...]

Qual é o lugar da oração em sua vida? Que proeminência tem ela em nossas vidas? É uma pergunta que eu dirijo a todos. É necessário que ela atinja tanto o homem que é bem versado nas Escrituras e que tem um bom conhecimento de doutrina e teologia, quanto a qualquer outro. Que lugar a [...]

“Jovem, você é um calvinista?”

Se você acha que não tem uma mente analítica para mergulhar nas profundezas da teologia, esse livro descreve com uma linguagem mais simples e de modo cativante.

Você acredita que Deus é um?

Os demônios creem nisso e tem uma atitude mais apropriada que a sua! Quer saber como?ASSISTA O VIDEO!

A história do mundo foi marcada por ele. Uma alma elevada? Um rebelde? Jesus seria um mito? Uma história criada por um grupo revolucionário? Um pensador? Ou um bom homem? Um mestre? Quem realmente foi Jesus Cristo? Essa é a pergunta que milhares de pessoas fizeram, fazem e farão na vida.

 

Certa vez C.S. Lewis que foi professor na Universidade de Cambridge, respondeu sobre esse questionamento e apontou que havia três possibilidades: ou Jesus seria um louco, ou um grande mentiroso ou de fato, seria Deus.

Essas constatações eram comuns já nos dias de Jesus: alguns o viam como um maluco (Jo 10:20), um mentiroso blasfemo (Jo 5.18) e outros o viam como Deus (Jo 20:28).

 

Jesus era um mentiroso?

 

Como um mentiroso poderia construir fundamentos tão sólidos morais, práticos e construir uma legião de seguidores sendo o primeiro a quebrar os mandamentos? Jesus mandou seus discípulos amarem, serem verdadeiros e ele seria o primeiro a quebrar esse mandamento?

 

Se ele queria ganhar notoriedade e expandir seus ensinos, por que um período tão pequeno de ensino? Por que numa nação dominada e não em nações politeístas, que “facilitariam” o ganho de seguidores e proclamação dos ensinos um lugar onde ele não correria riscos de ser assassinado?

 

É complicado entender como um mentiroso formaria conceitos tão fortes e influentes até hoje, num plano estratégico tão controverso;

 

Jesus não era um mentiroso.

 

Bem, talvez um louco?

 

Esquizofrênicos tem dificuldade em aliar o mundo real do irreal, constroem idéias não compartilhadas pela maioria das pessoas numa fase crítica da doença (e esse é um sintoma positivo da doença). Podemos lembrar o famoso matemático John Nash e sua contribuição na biologia, economia, mas não desconsiderar que em diversos momentos Nash maltratou sua própria família com os “picos” da doença. Não vemos isso em Jesus.

 

Seu ensino mostra complexidade, entendimento a respeito dos desejos, desesperos, controvérsias humanos. O sermão do monte, muito conhecido também por não-cristãos, é cheio de profundidade sobre os dramas e paradigmas sociais, teológicos e há aplicação dos princípios. Há registros que Jesus era um líder diferente porque ensinava como alguém com conhecimento de causa, alguém que tinha autoridade. Como um louco construiria tamanha doutrina?

 

Jesus não era louco.

 

Jesus era Deus?

 

Se entendemos até aqui que Jesus articulava conscientemente todo seu ensino e vida, discipulando, cuidando das pessoas, confrontando pecadores, que sua consciência e prática eram claramente definidos, temos somente uma opção: de fato, Jesus era quem dizia ser. Jesus era Deus.

 


 

Pergunte a qualquer líder, estudioso, filósofo que tenha tido algum contato com seus ensinos:

 

Jesus era louco? Teremos certamente:

Não.

 

Jesus era mentiroso? Outro:

Não

 

Quem Jesus era então?

 

Ele foi admirado em sua época por seus seguidores; depois de curas, milagres, pessoas se jogavam aos seus pés como que o adorando e ele não as repreendeu por isso; Jesus se dizia filho de Deus e o conceito judaico carregava o significado que o filho tem a mesma essência do pai, no fim das contas era como o pai, como Deus. O próprio Deus. (Jo 10.30). Esse por sinal, foi um dos motivos para crucificá-lo e ele conscientemente não refutou essa realidade, não negou que era mais que um grande profeta, mais que um professor, mais que bom homem, mais que uma alma elevada, etc.

 

Certa vez conversando com seus discípulos Jesus lhes perguntou (Lc 9.18-20):

“Quem as multidões dizem que eu sou? ;

 Eles responderam: “Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, que és um dos profetas do passado que ressuscitou”.

 

“E vocês, o que dizem? “, perguntou. “Quem vocês dizem que eu sou? “

 

Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”.

 

Jesus é Deus que se fez homem para salvar os pecadores dos seus pecados e a Páscoa é um dos momentos mais importantes. São dias de lembrança para os cristãos de que Deus graciosamente não os deixou, não os abandonou. Deus os quer pra sempre ao seu lado.

 

Jesus é a melhor, mais real Páscoa que você pode viver, porque é perfeita e eterna e que hoje continua aberta para todo aquele que crê, viva cheio de gratidão.

 

Mas continua a pergunta particular, só você pode responder:

Quem é Jesus Cristo?  Louco, mentiroso ou Senhor?

 

Autor: Presb. Samir Mesquita - http://www.samir-mesquita.blogspot.com.br

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